Alquimia portuguesa desconhecida
Victor. Arturo. Cabello. Reyes.
(...) Muitos olhos não veem, por não aatenem, nem olharem para mesmo, que estão vendo(...)
(Anselmo Caetano Munhoz de Abreu Gusmão e Castelo Branco)
Muitos anos atrás, em 1987, um delegado da Grande Loja Maçônica de Portugal nos deu um livro em português na Grande Loja Soberana de Porto Rico.
Demorou bastante até eu tentar ler e estudar seu conteúdo com muito cuidado.
Hoje, compartilho com vocês uma parte mínima da síntese e alguns de seus temas sobre= ENNOEA ou Aplicação do Entendência sobre a Pedra Filosofal, de Anselmo Caetano Munhoz de Abreu Gusmão e Castelo Branco; ou seja, o autor.
É muito provável que a origem e a curiosidade generalizada sobre a coleção documental alquímica em língua portuguesa sejam extremamente interessantes.
Em muitos aspectos, ENNOEA é obra de um adepto 'esquecido' do século XVIII e que, para muitos, representa um grupo de portugueses e brasileiros que, de uma forma ou de outra, estudaram a Arcana Artis e a Filosofia Hermética ou Arte Secreta.
Como podemos ver, em seu trabalho podemos observar as etapas da Crisópoeia e suas operações materiais relacionadas à 'química vulgar', que coincidem na busca pelos resultados finais de todo o processo complexo.
''Ao tentar explicar o atraso no progresso da química, deve-se ter em mente que essa ciência tem sua base fundamental em princípios obscuros, cuja elucidação e apreciação exigiam especulação prolongada e experimentação.''
(John Read: Da Alquimia à Química, p.118)
Para Don Anselmo Caetano Munhoz de Abreu Gusmão e Castelo Branco, a natureza interior do operador é essencial, e sua captura particular do Espírito Universal está ligada exclusivamente à revelação divina.
A suposta presunção de que não houve adeptos da Arcana Artis em Portugal é completamente infundada.
(José Pereira Salgado, A Quimica e a Física em Portugal, Lisboa (1929) p.5
Podemos afirmar que a ENNOEA ocuparia um lugar muito proeminente no "deserto alquímico-hermetístico" português.
É importante reconhecer os empiristas portugueses modernos que buscavam ansiosamente a Medina Universal e a Pedra da natureza que é 'boa' para a cura de doenças.
Por isso, vale a pena citar José Henriques Ferreira (1785), que expõe em português fiel suas contradições =''Tantos elixires de longa vida, tesouros da boca, essências divinas, quintessências, águas angelicais...''
Não é possível negar que a química alquímica de Portugal foi cultivada por monges instruídos dos conventos e mosteiros de Lisboa.
Principalmente nos conventos beneditinos e franciscanos de Breslau e Cimiez antes do século XVII.
Muitos manuscritos alquímicos foram perdidos nessas partes de Portugal, alguns deles foram guardados na 'Botica do Convento de Cristo'.
Seus autores eram em sua maioria religiosos de ordens importantes. A mesma obra=ENNOEA ou Aplicação do Entendência sobre a Pedra Filosofal, em duas ou três cópias conhecidas, pôde ser lida em manuscritos no Convento dos Carmelitas Descalços de Cascais.
(Biblioteca Nacional de Portugal: (elevação: HS 5060 p)
No catálogo da Biblioteca do Convento de Mafra, há manuscritos e cópias de Geber, Lull, Paracelsus, Flamel e Libavius, além de outra cópia da famosa Biblioteca chemica curiosa (1702) de Jean Jacques Manget.
Outra build é do Vea primeira parte consiste em 67 belas ilustrações e aquarelas que antecipam as várias fases do processo alquímico.
(Manuscrito do Arsenal de Paris #974)
Como os manuscritos chegaram a Portugal?
Quem trouxe?
A ideia básica e mais conhecida é que, por meio de "alquimistas itinerantes", essas obras são passadas de manuscrito em manuscrito.
O pesquisador Garcia Font opina que os manuscritos alquímicos chegam em uma coleção=em fólio, da obra inédita de Don Francisco Javier de Santiago Palomares, que escreve parte dos textos que vêm de= ''Amsterdã e alguns lugares de Lisboa.''
Conseguimos trabalhar {um pouco devido às dificuldades do manuscrito e da linguagem}, e no manejo de um texto, que tentarei simplificar sobre a sabedoria de um adepto de Coimbra e sua busca pela Pedra Filosofal.
Vamos ver: parte>
''(...) nesta fabricação da Pedra Filosofal é necessária apenas uma matéria, que é o mineral Mercúrio, sem mistura de outro corpo, que matéria é uma substância e, como a única, requer um único recipiente, que é o de Hermes, conhecido entre todos os alquimistas; e da seguinte forma vi um amigo português de Coimbra realizar essa operação... Ele despejou o Mercúrio em um copo redondo de vidro em forma de crescente, ou como uma lâmpada, ou um pouco mais oval no assento....''
(Diego Torres Villaroel (1696-1770)
A ENNOEA, segundo a mesma obra, é um texto de compreensão aplicada sobre as virtudes da 'Pedra Philosophal' ou transmutação dos metais.
Um estudo muito particular e curioso do modo especulativo e prático da ciência de Hermes, seu trabalho e utilidade.
Uma arte de palavras impenetráveis e enigmáticas difíceis de entender sem a CHAVE do Adeptus.
De fato, a ENNOEA é uma obra documentada rica, amplamente enriquecida com textos clássicos e tradicionais da Arte Regius.
Alquimia portuguesa desconhecida
Victor. Arturo. Cabello. Reyes.
HERMETIC PRINCIPLES OF ASCENSION = Scala Philosophorum Víctor. Arturo. Cabello. Reyes. 'And he had a dream: He saw a ladder that was resting on the ground, and its end touched the sky. Angels of God ascended and descended through it'. (Genesis 28:12) Certainly, it is the only Biblical mention of a staircase where the Hebrew term of sul-lam is used precisely, in clear reference to the vision that Jacob manages to contemplate in dreams when stopping on his pilgrimage from Beer-sheba to Haran. Beautiful and significant is the vision of Bethel that manifests itself in an ancient sacred place. Sacred and productive place, for many ancient peoples, that for many centuries before this important vision was known by the Canaanites, with the powerful name of Luz=Light. (Genesis 28:19) Significantly, the place where Abraham had camped some time ago. (Genesis 28: 16-19; 35: 6) THE LADDER of Hermes, in its two basic modalities, the spiral and the straight, is unified with the fundamental ...
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